7.2.12



Eu quero mesmo é que tudo exploda. E que seja luminosa, a

 explosão, que ecoe pelos quarteirões e faça tremer teus

 vidros, quebrar tuas janelas. Que perturbe teu sono e te 

faça ir pra rua pra ver o que aconteceu. Você não vai me 

encontrar lá. Eu não sou o piloto. Não sou o passageiro. Não 

sou o pedestre. Eu sou o acidente, e eu sou grave.